sexta-feira, 7 de setembro de 2012



"Deito-me na cama, ofegante e toda suada. Como vou sobreviver a esta saudade? Como os outros fazem? As pessoas morrem o tempo todo. Todo dia. Toda hora. Há famílias no mundo olhando para camas em que ninguém mais dorme, para sapatos que não são mais usados. (...) Há pessoas em todo lugar na fila do cinema, comprando cortinas, passeando com cachorros, enquanto, por dentro, com o coração despedaçado. Durante anos. A vida toda. Não acredito que o tempo cura. Não quero. Se curar, se curar não significa que aceitei o mundo sem ela." 


Uma das partes mais emocionantes do livro: O céu está em todo lugar! 

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